Confira 13 startups que estão de olho no mercado de segurança

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Empresas jovens endereçam soluções a temas como segurança em nuvem, prevenção de fraudes e Internet das Coisas (Foto: Divulgação)

A complexidade do ambiente tecnológico moderno, muitas vezes, pede novas abordagens. Justamente por isso, diversas startups de segurança chamam a atenção (e captam milhares de dólares) de investidores com suas ofertas de hardware, software e serviços para proteção de dados, redes e reputação corporativa.

Identificamos treze companhias interessantes com base em sua abordagem. Essas empresas jovens miram fornecem ferramentas para temas como segurança em nuvem, prevenção de fraudes até a supervisão de controle e dados e Internet das Coisas.

Arctic Wolf Networks: Com uma oferta de SIEM como serviço, a companhia soa atrativa para empresas de menor porte que não tem acesso a mecanismos muito sofisticados de defesas para reduzir o número de eventos a serem investigados. (Sede: Waterloo/Canadá – Fundação: 2012)

AttackIQ: A plataforma FireDrill simula modelos de ataques contra rede dos clientes para verificar se as defesas funcionam conforme o prometido e se existem brechas a serem consertadas. (Sede: San Diego/EUA – Fundação: 2013)

Cato Networks: O serviço de segurança baseado em nuvem tem interessado muita gente por suas linhas de proteção de última geração, filtro de URL, controle de aplicação e acesso VPN. A possibilidade de licenciar a tecnologia a outros provedores de serviços de TI amplia sua abordagem e escala. (Sede: Tel Aviv/Israel – Fundação: 2015)

Cybric: A startup roda modelos constantes de ataques contra redes corporativas para revelar vulnerabilidades sem causar qualquer tipo de disrupção. Rodar essas simulações paralelamente em nuvem significa aceleração na descoberta de vulnerabilidades. (Sede: Boston/EUA – Fundação: 2015)

Datiphy: Segurança de dados é componente chave para evitar vazamentos. A startup criou uma plataforma que auxilia provedores de serviço a assegurarem níveis de proteção. O sistema monitora informações sensíveis e sinaliza registros acessados inapropriadamente. A empresa começou a buscar parceiros para alavancar APIs. (Sede: San Jose/EUA – Fundação: 2010)

Indegy: Focada em proteção ataques contra infraestruturas indústrias e críticas como redes de transmissão de energia e de água. O appliance protege dispositivos SCADA a partir do monitoramento que busca alterações em controles. A ideia é que a tecnologia permita descobrir ameaças antes que seja tarde demais. (Sede: Tel Aviv/Israel – Fundação: 2014)

SafeBreach: A companhia realize teste constante para encontrar fraquezas em ambientes de redes. Com base nisso, é possível consertar brechas. A SafeBreach criou um manual com as táticas usadas por hackers para configurar seu sistema. (Sede: Sunnyvale/EUA – Fundação: 2014)

Seceon: Com a aceitação da ideia que ataques são inevitáveis, conter os problemas rapidamente é uma abordagem de defesa sábia e importante para limitar os danos. A startup oferece um sistema automático de resposta que minimiza o tempo de ataque a redes. (Sede: Westford/EUA – Fundação: 2015)

Simility: A ideia é resolver o problema de frauds em cartões de crédito e internet banking com um serviço que categoriza grau de risco por transação. (Sede: Palo Alto/EUA – Fundação: 2014)

Trusona: A empresa criou uma solução que possui um esquema de autenticação em quatro fatores, incluindo uma tecnologia anticlonagem que pode ser utilizada para proteção financeira e de ativos de propriedade intelectual. (Sede: Scottsdale/EUA – Fundação: 2015)

Upguard: A empresa que dá recursos de inteligência aos profissionais de segurança a partir da configuração de dispositivos de rede que buscam anomalias que interferem em padrões de compliance. (Sede: Mountain View/EUA – Fundação: 2012)

Verodin: Disparando ataques constantes contra redes sem consequências negativas. Essa é a promessa da Verodin na busca por fraquezas que dão a organizações a chance de experimentarem cenários caso sejam atacadas de fato. (Sede: Reston/EUA – Fundação: 2013)

ZingBox : A companhia promete um sistema de segurança (ainda não lançado) para Internet das Coisas que não requer atualizações dos dispositivos. Isso resolve o desafio de legados. (Sede: Mountain View/EUA – Fundação: 2014)

Fonte: Computerworld

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