Lista traz 8 critérios para escolher a câmera de segurança ideal

O número de invasões em residências e estabelecimentos cresce anualmente. O circuito fechado de televisão (CFTV), cujo sistema abrange câmeras de segurança, é uma das soluções mais procuradas para permitir acompanhar à distância o que está acontecendo em um determinado local. “Com tantas especificações e recursos, porém, fica difícil escolher as câmeras mais indicadas para se obter o melhor retorno sobre o investimento”, alerta Robert Wagner dos Santos, especialista em segurança da ADT, empresa de monitoramento de alarme. “Alguns detalhes devem ser considerados no momento da compra desses equipamentos. Por isso, é recomendável contratar um profissional que entenda sobre o assunto”, explica.

Para ajudar nessa escolha, especialistas da empresa elaboraram uma lista que contém 8 critérios básicos sobre câmeras analógicas que devem ser considerados antes da compra. Confira:

Tipos de sensores de imagem: a escolha dos sensores de imagem das câmeras ajuda a obter nitidez e cor e a reduzir ruídos. Os sensores mais comuns são o CMOS e o CCD. O CMOS é mais acessível, porém, pode apresentar ruídos em ambientes com pouca iluminação. O CCD é mais sensível e possui maior nitidez e cor com menos chances de ruídos;
Tamanho dos sensores de imagem: o tamanho dos sensores de imagem é medido na diagonal como 1/4’’, 1/3’’, 1/2’’ e 2/3’’. Os mais comuns são 1/4’’, por ter um ângulo de captação menor, e 1/3’’, com um ângulo de captação maior e mais comum em câmeras coloridas;
Lentes: elas são importantes na escolha da cena que as câmeras vão captar. Lentes menores “abrem” a cena e permitem ver mais coisas de ambientes pequenos, como elevadores. Lentes maiores são indicadas quando a cena precisa ser mais específica, como uma porta de acesso ao ambiente. Neste caso, cenas distantes ficam mais próximas. A lente varifocal permite ajustar o ângulo de abertura e foco conforme a necessidade do local. As lentes de zoom demandam um investimento maior, mas podem ajustar automaticamente o foco;
Resolução: a resolução das câmeras está associada aos detalhes. As câmeras analógicas têm resolução medida em linhas (TVL). Escolha as que estão entre 480 e 600 linhas;
Iluminação: prefira câmeras que permitam obter imagens de ambientes escuros. É muito importante que a câmera tenha tecnologias capazes de compensar a pouca iluminação. As melhores opções possuem leds de infravermelho (IR) para obter imagens em locais sem luz. Mais leds, geralmente, estão associados à distância que a câmera consegue “iluminar” para obter imagens no escuro. Verifique o tamanho do ambiente e escolha o alcance mais adequado dos leds;
Vedação e grau de proteção contra água: umidade excessiva e chuva podem reduzir, consideravelmente, a vida útil de uma câmera. Verifique o grau de proteção contra água, principalmente quando a câmera for usada na área externa. Uma câmera externa pode ter o grau de proteção IP66. Evite adaptações como carcaças, pois podem não ter uma boa vedação;
Íris: a íris da câmera ajusta a quantidade de luz que entra pela lente e chega ao sensor de imagem. Desta forma, é possível evitar que o excesso de luz prejudique a visualização da imagem. Se a iluminação do ambiente varia muito, é recomendável que tenha uma íris que se adapta;
BLC (compensação de luz de fundo): o recurso BLC é importante, por exemplo, quando se tem câmeras que focam em portas e janelas, já que a diferença entre a iluminação dos ambientes e da área externa pode deixar as pessoas em uma espécie de “sombra”. Neste caso, o BLC compensa o excesso e a falta de iluminação, evitando que isso aconteça.

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