Portaria remota é um dos nichos do mercado de Segurança Eletrônica que mais cresce no país

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Para especialista, crescimento só foi possível graças à evolução de diversas outras tecnologias que aumentam cada vez mais a confiabilidade do sistema

Reduzir custo, aumentar a segurança do condomínio e manter atualização tecnológica. Esses são três fatores que levam à busca por portaria remota.  E com a pandemia da Covid-19 a necessidade de evitar o contato entre as pessoas se tornou mais um item nesse nicho do mercado de Segurança Eletrônica que mais cresce no país, podendo chegar a um aumento de até 150% ao ano, segundo o consultor David Arruda.

Técnico em eletrônica, com ampla experiência no setor, Arruda coordenou o curso de curta duração na ABESE – Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança, para orientar as empresas e profissionais sobre como projetar um sistema de Portaria Remota. “O primeiro cuidado a ser tomado é identificar o objetivo do condomínio quando busca pelo serviço”, garante o consultor. “As empresas do setor geralmente focam na redução de custo e nem sempre essa é a preocupação do condomínio”.

Diante dessa realidade, os condomínios, segundo Arruda, buscam novas estratégias para garantir um ambiente cada vez mais seguro. “E a opção que vem ganhando adeptos é a portaria remota, onde não há um porteiro no local e a entrada e a saída de visitantes são controladas por uma central, com câmeras de segurança”, afirma.

Aliando modernidade, redução de custos e segurança, o sistema de portaria remota é um dos principais exemplos de automatização de condomínios, segundo o consultor.  Para que tudo isso funcione perfeitamente, o condomínio precisa contratar uma empresa especializada e investir em uma aparelhagem que consiste em: câmeras de segurança, sistema de identificação de moradores e conexão de internet para que as imagens sejam transmitidas em tempo real. Isso exige um investimento inicial, mas que representará um custo menor ao longo do tempo, segundo Arruda.

Ele lembra ainda que atualmente já existem leitores faciais que realizam a liberação de condôminos e acionam portões automáticos. Esses equipamentos também podem vir com liberador de álcool gel e identificador de máscara facial, duas novidades que vieram com os cuidados para evitar o contágio do coronavírus.

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