Manutenção preventiva assegura sistemas de missão crítica

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Empresas dos mercados financeiro e de tecnologia são as que mais demandam por sistemas de missão crítica. Isso porque elas contam com complexas infraestruturas de data centers e precisam de um sistema eficiente que garanta a segurança das operações e dos dados sigilosos.  Também é possível encontrar diferentes tipos de sistemas de missão crítica em indústrias, hospitais, setor ferroviário, operação e controle de aeronaves, sistemas de segurança e de controles em plataformas de petróleo.

Na área da segurança patrimonial, é imprescindível contar com um nobreak nos sistemas de controle de acesso, videomonitoramento, detecção de incêndio e automação predial, pois eles precisam estar ativos mesmo durante uma possível queda de energia. Sistemas profissionais de CFTV, por exemplo, necessitam de um nobreak capaz de fazer um desligamento programado, pois sem essa funcionalidade o banco de dados poderá ser corrompido e as imagens perdidas.

Em tempos de crise, a procura por serviços de manutenção preventiva para esses sistemas de missão crítica vem aumentando. Entre 2014 e 2016, a multionacional francesa Schneider Electric, da área de gestão de energia e automação, verificou um crescimento de 15% da demanda. Atenta a isso, empresa está apostando na oferta de serviços de manutenção preventiva. “Esse tipo de cuidado é a melhor maneira de manter os ativos operando adequadamente e garantir o máximo de sua eficiência, evitando prejuízos financeiros por uma parada inesperada por conta da quebra ou falha dos equipamentos”, avalia Pedro Vazquez, vice-presidente de Field Services da companhia.

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