Estar em um lar seguro nunca foi algo tão almejado pelas pessoas. Segundo números divulgados pelo DataFolha, 58% dos brasileiros afirmam que a criminalidade aumentou em sua cidade entre 2024 e 2025, e esse cenário tem influenciado a procura por soluções de proteção residencial, sendo a internet o primeiro passo para fazer isso.
De acordo com um levantamento da empresa de segurança eletrônica Verisure com base em índices do Google, o termo “sistema de segurança para casa” cresceram 85% nos últimos 12 meses, ultrapassando 167 mil pesquisas (íntegra neste link).
As câmeras de segurança lideram o ranking, com 3 milhões de buscas nos últimos 12 meses, seguido de fechaduras eletrônicas (2 milhões) e alarmes monitorados (1,3 milhão). Não ficaram de fora produtos mais tradicionais como os interfones e sirenes (682 mil e 651 mil buscas, respectivamente).
“O nosso levantamento reforça como os brasileiros buscam sistemas cada vez mais integrados para proteger seus imóveis. Em vez de agir apenas depois de um incidente, mais pessoas procuram soluções capazes de prevenir riscos e oferecer maior controle sobre a residência”, endossa a companhia.
Cumprindo as regras
Mais que o investimento em dispositivos, a mudança de mentalidade sobre a segurança e em como se proteger também estão aplicadas na rotina das pessoas, para evitar situações de perigo e ampliar a previsibilidade nas mais diversas residências, especialmente em condomínios.
De atitudes simples como não permitir a entrada de desconhecidos, comunicar previamente a portaria sobre eventos e visitas, além de conhecer as regras condominiais são cruciais para manter as medidas de segurança. Um dos pontos mais essenciais nesse tipo de imóvel é o controle de acesso, principalmente em condomínios de grande circulação e locações de curta temporada.
“O acesso individualizado permite que o proprietário defina quem pode entrar e por quanto tempo, oferecendo mais controle e rastreabilidade das informações”, explica Tiago Guimarães Carvalho, gerente do Segmento de Portaria Remota da Orsegups, ao site SCTD, ressaltando que a combinação entre tecnologia, monitoramento e comportamento preventivo é a forma mais eficiente de reduzir riscos.


