Se para uma pessoa o golpe digital causa danos financeiros e até mesmo de saúde mental, imagine para uma empresa ou à administração pública? Pois o cenário é complexo e traz consequências que chamam a atenção: de acordo com levantamento da IBM, o custo médio de um incidente de segurança no Brasil alcançou R$ 7,19 milhões em 2025, aumento de 6,5% em relação ao ano anterior.
Isso reflete um ponto interessante, especialmente às Pequenas e Médias Empresas (PMEs): a busca por soluções antecipadas, como o seguro (confira mais em SECURITY), já que, de acordo com outra pesquisa, da consultoria PwC, nos últimos três anos, um terço das empresas brasileiras registrou perdas superiores a US$ 1 milhão decorrentes de eventos cibernéticos.
“À medida que as empresas ampliam seu ecossistema digital, construir estruturas sólidas de proteção não é opcional, é uma exigência estratégica”, acrescenta Luciano Santos, Vice-Presidente de Seguros Corporativos da seguradora Chubb no Brasil, ao TI Inside.
Centro de Operações de Segurança no Amapá
A Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP) instalou um Centro de Operações de Segurança (SOC) no Amapá, localizada no Centro de Gestão de Tecnologia da Informação do estado (Prodap).
Em operação assistida, a unidade será conectada ao SOC mantido pela organização em Brasília e tem como propósito monitorar, identificar e responder a ameaças cibernéticas que afetem a comunidade acadêmica do estado e da Região Norte.
Para Emilio Nakamura, diretor-adjunto de Cibersegurança da RNP, a segurança digital tem um papel importante no desenvolvimento econômico de instituições e da sociedade, como um todo.
“A cibersegurança é uma missão coletiva, e o SOC no Amapá, representa um passo importante para que essas capacidades beneficiem e protejam diretamente as instituições locais”, disse o executivo, ao Tele.Síntese.
Foto: Prodap/Divulgação


