A consolidação da Internet das Coisas (IoT) como pilar fundamental para a modernização da segurança privada e da gestão de frotas foi um dos grandes destaques da 27ª edição da Exposec – Feira Internacional de Tecnologia e Segurança, encerrada nesta semana no São Paulo Expo. Acompanhando o reaquecimento de um mercado nacional que movimentou R$ 16 bilhões no último ano, corporações globais de tecnologia aproveitaram a relevância do evento para introduzir soluções focadas em operações conectadas e gestão de ativos em tempo real. Nesse cenário de convergência tecnológica, a Jimi IoT Brasil, especialista global em hardware e software para o rastreamento de ativos móveis e videotelemetria, marcou presença com lançamentos voltados à inteligência artificial veicular e à localização descentralizada.
Parceira assídua do evento desde a retomada das atividades presenciais no período pós-pandemia, tendo inclusive integrado as edições em formato digital, a companhia registrou um incremento na movimentação de seu estande nesta edição. O foco estratégico da marca para 2026 está concentrado no fornecimento de inteligência para tudo o que demande mobilidade, abrangendo desde veículos pesados e frotas corporativas até motocicletas, bicicletas elétricas, contêineres e maquinários industriais.
Inteligência Artificial e localização de ativos
O portfólio apresentado no pavilhão de exposições evidenciou o pioneirismo da empresa no segmento de segurança automotiva digital. A grande aposta da marca para o biênio concentrou-se na evolução dos dispositivos de captação de imagem e dados com suporte analítico embarcado. Jacqueline Correa, profissional do departamento comercial da Jimi IoT Brasil, detalhou os principais equipamentos introduzidos no mercado durante o evento. “A Jimi IoT Brasil é líder aqui no Brasil de vendas de câmeras voltadas para veículos. Câmeras veiculares com ou sem inteligência artificial. Então, nós trouxemos dois modelos, que são modelos de lançamento, que é a JC182, é o lançamento atual, e a 371, que foi o lançamento durante o ano de 2025 e 2026. E nós trouxemos também as tags, que são localizadores, que utilizam a comunicação via iOS para mandar a localização de um determinado ativo. Não precisa ser um veículo. Tudo aquilo que se move pode ser localizado, pode ser utilizado numa tag. Então, a Jimi trouxe, basicamente, esses dois lançamentos, mas compõe de toda a linha de câmeras veiculares, de rastreamento, mas com um foco maior em vídeotelemetria”, contou.
Evolução do setor e expansão de mercado
Ao analisar a trajetória da companhia dentro da principal vitrine tecnológica da América Latina, Jacqueline relembrou o histórico de participação da empresa e apontou as principais transformações observadas no comportamento dos consumidores e nas tecnologias concorrentes ao longo das últimas temporadas. “Nós participamos desde a volta da pandemia. A partir do primeiro ano, quando a Exposec abriu as portas, estamos marcando presença. Participamos, inclusive, da edição online. E, a partir daí, nós viemos todos os anos”.
A percepção positiva sobre o volume de público qualificado que circulou pelos três dias de feira também foi sublinhada pela executiva. Mostrando otimismo com o fechamento de novos contratos no curto e médio prazo, ela avaliou o fluxo de clientes e projetou as metas institucionais da multinacional para o encerramento do ano fiscal.

“Percebemos, dentro do nosso estande, um maior número de visitantes. Não consigo te mensurar em questão da feira como um número, mas dentro do nosso estande, a nossa percepção foi que houve um número maior, sim, de visitantes. Buscamos muito mais que visibilidade da marca no mercado, procuramos promover a gestão que é realmente ser um dos pioneiros na videotelemetria no Brasil. Esta edição foi muito positiva para o fortalecimento e reconhecimento da nossa marca”, destacou.


