Home Segurança Patrimonial Terceirização em condomínios cresce, mas requer planejamento e gestão contínua

Terceirização em condomínios cresce, mas requer planejamento e gestão contínua

A terceirização é uma realidade em vários setores, e no condominial não é diferente, em especial quando se refere a funções como portaria e segurança. De acordo com a entidade que representa o segmento, a Associação Brasileira das Empresas de Serviços Terceirizáveis e de Trabalho Temporário (Asserttem), o país já soma mais de 12 milhões de trabalhadores terceirizados.

A terceirização é uma realidade em vários setores, e no condominial não é diferente, em especial quando se refere a funções como portaria e segurança. De acordo com a entidade que representa o segmento, a Associação Brasileira das Empresas de Serviços Terceirizáveis e de Trabalho Temporário (Asserttem), o país já soma mais de 12 milhões de trabalhadores terceirizados.

Outro dado é sobre a segurança em si: segundo o Anuário 2025 do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (íntegra neste link), houve uma queda de 19,2% em roubos a residências entre 2023 e 2024, indicando que a integração de políticas e uso de inteligência, incluindo as tecnologias, estão dando resultados.

Contudo, a insegurança ainda permeia o cotidiano das pessoas e quando envolve as residências, essa sensação é proeminente. “Com cidades mais densas, maior circulação de pessoas, crescimento do comércio digital e aumento no fluxo de entregas, os condomínios passaram a enfrentar riscos mais complexos”, explica, ao Terra, Wesley Henrique Rosa, gerente geral da White Segurança, empresa especializada em soluções de segurança residencial e corporativa.

 

Cuidados na gestão e na escolha da prestadora

Muito embora o cenário seja favorável, a escolha da prestadora de serviços condominiais é essencial para que todo o processo seja exitoso, e isso não envolve somente o fornecimento de tecnologias, mas a capacitação de pessoas e, inclusive, a conscientização dos condôminos.

“Mais do que contratar um serviço, o síndico está escolhendo um parceiro que impacta diretamente a segurança e a rotina do condomínio. Por isso, planejamento e análise são fundamentais”, acrescenta, ao Segs, Rogério Siqueira, gerente comercial da vertical Capital Humano da Orsegups.

Siqueira comenta que além das falhas operacionais, um problema está justamente na falta de cumprimentos trabalhistas a esse funcionário. A legislação brasileira prevê, em determinadas situações, a responsabilidade subsidiária do contratante.

Ou seja, o condomínio pode ser responsabilizado caso a empresa terceirizada não cumpra essas obrigações, como encargos ou carência de estrutura adequada de função. “Na prática, uma contratação malfeita pode gerar custos adicionais e desgaste para a gestão, podendo ser acionada judicialmente”, alerta.

 

Integração tecnológica

Antes, a contratação de um serviço condominial se resumia a um funcionário. Hoje, é um pool de serviços, que vão desde a tradicional portaria com uma pessoa até uso de sistemas híbridos, viaturas para as cercanias, torres de vigilância inteligentes, monitoramento remoto com suporte humano, o que aumenta a eficiência e reduz possíveis falhas operacionais.

“Além da contratação da prestadora, também é preciso estar atento a regularidade da empresa contratada, com certidões atualizadas e histórico comprovado de atuação e a capacidade operacional para manter a continuidade dos serviços. No caso da vigilância patrimonial, a autorização da Polícia Federal, exigida pela legislação, é obrigatória”, endossa Siqueira, da Orsegups.

Já Rosa, da White Segurança, reforça a importância da integração tecnológica com outras privados e públicas, como o Smart Sampa, a Muralha Paulista e o Córtex, permitindo o compartilhamento de informações e ampliam a capacidade de resposta.

Outro ponto aplicado é que veio para ficar é a automação e a utilização da inteligência artificial (IA), bem como o protagonismo das pessoas residentes nessas moradias. ” O setor caminha para uma visão estratégica, em que a segurança deixa de ser apenas reativa e passa a atuar de forma preventiva, contribuindo não só para a proteção, mas também à valorização e gerenciamento inteligente dos empreendimentos”, conclui Rosa.

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