Mercado de segurança privada está em ascensão

Monitoramento eletrônico, vigilância, escolta. Serviço antes que permanecia apenas para área comercial, a segurança privada já está presente em residências, seja as de alto padrão, seja os pequenos estabelecimentos, por conta dos altos índices de criminalidade ocorridos nos últimos anos.

Segundo a Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança, houve em 2022 um aumento de 18% no setor, com um faturamento R$ 11 bilhões, superando 2021, que foi de 14%.

 

Mercado em ascensão

 

Já para 2023, a expectativa está na casa dos 19% nas vendas de serviços e equipamentos, em especial para as festas de fim de ano e férias, períodos em que as pessoas se deslocam e deixam seus imóveis muitas vezes vazios. “A expectativa da área é continuar em constante crescimento, já que está em forte expansão. Estamos prontos para atender a demanda e necessidades, com novas parcerias, tecnologias e produtos e conhecimento profundo do mercado”, frisa Severino Sanches, CEO da Agora Tecnologia.

 

Já para o professor Antonio Carlos Tammenhain, da Uninter, o setor tem uma alta complexidade, por conta dos riscos inerentes à atividade e a formação é essencial: “Essa segurança privada só pode atuar dentro dos limites da área protegida. Se for segurança orgânica, os limites são os da empresa. Se for terceirizada, os limites são os da empresa contratante. Não existe possibilidade de o profissional de segurança atuar fora desses limites, a não ser que seja o caso de segurança pessoal, escolta armada ou transporte de valores”, reforça.

 

Foto: reprodução

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